Gardel:
Novos contributos para a sua história ~ Carlos Manuel
Calderón
Os passos de Gardel pela localidade serrana de Tandil, entre
1918 e 1933, reproduções de crónica em jornais
da época
e declarações dos seus colaboradores mais próximos,
são reconstruídos por Calderón. Inclui, ainda,
material sobre actuações em povoações
da região (Azul, Olavarría, Bahía Blanca e
Tres Arroyos), acompanhado de testemunhos de habitantes que com ele
conviveram.
Carlos
Gardel – O detalhe que faltava ~ Héctor
Huet
Na introdução ao livro o autor, Héctor Huet,
esclarece “Não pretendo em nenhum momento fazer a história
da vida de Gardel (...) Só pretendo agregar informações
diferentes (tentando ser o mais preciso possível) no que se
refere ao maior cantor de tangos de todos os tempos, Carlos Gardel”.
O capítulo “Assim cantava Carlitos” tem opiniões
especializadas sobre a sua voz e as suas técnicas interpretativas
que, após tantos anos, continua a surpreender o mundo.
Romances
de tango ~ Lucía Galvez
A obra tenta enquadrar os protagonistas da história do tango,
com breves biografias das mulheres dos compositores, poetas, cantores
e artistas como Canaro, Arolas, Cobián, Gardel, Le Pera, Discépolo,
Manzi, Cadícamo e Contursi. O capítulo “As mulheres
de Carlitos” reúne numerosos romances de Gardel, acompanhados
por testemunhos na primeira pessoa das intervenientes: La Ritana,
Isabel del Valle, “Inés B.”, Sadie Baron Wakefield,
Gaby Morlay, Teresita Zazá, “Blanquita” de Barcelona, “Elsita” do
Brasil, Gloria Guzmán, Mona Maris, Perlita Greco, e Magalí de
Herrera.
Carlos
Gardel – O esplendor e a sombra ~ Carlos
Zinelli
De forma muito respeitosa e sem nenhum sensacionalismo, os autores
mostram-nos situações que não são muito
agradáveis para Gardel, como a reacção de “Klan
Radical” perante a gravação de “Viva
la Patria”, o “caso José Ricardo” e os
desacordos entre o cantor e José Maria Aguilar.
Carlos
Gardel – A verdade de uma vida ~ Armando
Defino
É
um livro indispensável para fazer a ponte e o equilíbrio
entre o testemunho e o documento. Testemunha directa, Armado Defino
inicia a prosa com um resumo autobiográfico em que estão
presentes os costumes da época, os lugares, as amizades e
a evolução da sua relação com Gardel,
que conheceu em 1914.
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